Em alguns casos, outras ferramentas podem ser mais simples, mais eficientes ou complementares à Holding.
Definir como imóveis e participações empresariais serão administrados, considerando a realidade da família.
Preparar a transmissão patrimonial, considerando herdeiros, cônjuges e particularidades familiares.
Análise de oportunidades legais para reduzir ineficiências tributárias.
Avaliar mecanismos para preservar poderes de gestão no planejamento da sucessão.
Definir critérios para decisões, participação, distribuição de resultados e redução de conflitos.
Preparar a transição entre gerações e organizar responsabilidades na gestão da empresa.

OAB/SP nº 306.950
Sócio Administrador com atuação em Planejamento Patrimonial, gestão jurídica e estruturação patrimonial.

OAB/SP n° 278.797
Sócio Administrador com atuação em Planejamento Patrimonial, estruturação jurídica e organização estratégica do patrimônio.

Gestão Operacional, Controladoria Jurídica e Planejamento Patrimonial, contribuindo para a organização e estruturação das rotinas do escritório.
Entendemos seu cenário.
Patrimônio, imóveis, empresas, família e objetivos.
Avaliamos as alternativas.
Custos, impactos tributários, sucessão e estruturas possíveis.
Definimos o caminho.
Se a Holding fizer sentido, avançamos para a estruturação adequada ao seu caso.
É necessário considerar honorários, tributos eventualmente incidentes, registros e despesas de manutenção. Os valores dependem dos bens, das operações e da complexidade do caso. A equipe informa as condições do diagnóstico antes da contratação.
Nem sempre. A quantidade de bens, os rendimentos, a intenção de vender imóveis e os objetivos familiares influenciam a análise. Outras ferramentas podem ser mais simples ou adequadas. O diagnóstico serve para comparar essas possibilidades.
Sim, é importante. Mudanças nos bens, na família ou na legislação podem justificar a revisão do contrato social, das regras de administração e das medidas sucessórias já adotadas.
Não. É preciso comparar os tributos e custos da transferência, da manutenção e de futuras operações, como venda ou locação. A resposta depende dos bens, das atividades e da legislação aplicável.
Não. O contato inicial com o escritório é justamente a Etapa 1 “SESSÃO DE VIABILIDADE”, a qual avalia se um planejamento patrimonial faz sentido no seu caso, com base no seu relato, sem exame de documentos.